• segunda-feira, junho 06, 2005

    AS PALAVRAS DOS OUTROS

    Textos gentilmente roubados ao Blog 3 Tesas não pagam dividas, ao qual eu subscrevo:

    por estas e por outras é que fico triste com o meu clube
    O senil do Dias da Cunha volta à carga com a transparência no futebol. Porque raio vem Dias da Cunha falar da transparência no futebol, quando a sua própria atitude não é a mais transparente? Em nome da transparência, Dias da cunha devia de dizer aos adeptos e simpatizantes do Sporting coisas como: Qual a duração do seu mandato? Quando é que vão se as eleições? Quem é que o elegeu para presidente?

    Depois há questão do Rui Jorge. O Rui Jorge pode não ser o jogador mais brilhante que passou no Sporting. Mas esteve sete épocas, foi duas vezes campeão, finalista de uma taça Uefa, vencedor de duas taças de Portugal, só ao serviço do SCP. Foi sempre um enorme profissional e os adeptos quanto a isso acho que não têm dúvidas. Como disse, podia não ser o melhor que havia, mas lutava até ao fim.

    Fiquei triste por saber que ia sair, duplamente triste pela forma que o Sporting arranjou para o despachar. Esperaram que tivessem a resposta definitiva do Edson, e correram com Rui Jorge. Quase aposto que se frustrasse a transferência de Edson, Rui Jorge ficava. Isso não se faz.

    Espero, como Sportinguista que sou, que Rui Jorge se lembre que o Sporting é MUITO maior que os seus dirigentes. Espero que o Rui Jorge saiba que a maioria dos adeptos do SCP têm uma dívida de gratidão com ele.


    Dias da cunha dixit
    O senil do Dias da Cunha afirma na Bola de hoje que "A academia é um Stradivarius". Não consigo concordar mais com o avôzinho: tal como Stradivarius, que construia violinos da melhor qualidade para os outros tocarem, a Academia do Sporting forma jogadores para os outros clubes. Senil, mas não tanto, porque foi uma analogia bem conseguida.


    Travassos

    1 Comments:

    At 5:28 da tarde, Blogger Sociedade said...

    Esa do stradivarius de facto é muito boa.

    Realmente, nos últimos anos parece que só formamos jogadores para vender. Nunca para construirmos uma equipa de sonho.

    Bem sei que o clube se endividou de sobremaneira, mas gostava que os jogadores fossem transaccionados após completarem uma boa sequência de épocas no escalão senior, por volta dos 22 ou 23 anos, como limite mínimo.

     

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